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Literatura

#diariodeleitura – O verão e a cidade.

#diariodeleitura – o verão e a cidade

Esse é daqueles livros para por na estante se você for fã da nossa diva Carrie Bradshaw. Afinal, a série nos mostra apenas uma Carrie já adulta e com a vida pronta, mas e o que aconteceu antes? Como tudo começou, quais as circunstâncias que tornaram ela escritora, ou a forma que ela e as meninas se tornaram tão amigas?! Para matar toda essa nossa curiosidade eis que Candace Bushnell lançou os Diários de Carrie, os livros que contam a juventude da nossa diva desde os tempos de colégio. E hoje vamos falar sobre um deles, O verão e a cidade.

A premissa do livro é bem simples, Carrie vai para Nova York em pleno verão para um curso curto de escrita. Mas, é claro que as coisas não saem bem como esperadas, e isso rende um verão e tanto para ela. Para começar temos uma Carrie não tão segura assim, uma Miranda ativista e uma Samantha noiva e completamente longe da personalidade que estamos acostumados. Sim, eu sei que elas eram jovens e estavam saindo do ensino médio e que isso é super normal. Mas, se você buscar os livros esperando exatamente aquelas garotas pode se decepcionar um pouco.

Mas, bora a resenha comentada, avaliada e cheia de pitacos? Então seeeenta, que lá vem a história. Carrie está a um passo de ir para faculdade, mas aproveita o verão antes disso para ir a Nova York para passar por um daqueles cursos rápidos semanais que sempre rolam na cidade durante a temporada. Ela vai para lá para se dedicar a passar o verão escrevendo e se descobrindo como escritora,  Sr. Bradshaw deixa tudo pronto e preparado para que Carrie possa ter conforto e segurança durante a estadia, mas, as coisas acabam saindo do eixo. Ela acaba saindo da casa que iria morar, conhece vários artistas e se enturma entre eles, tem suas primeiras paixões, e suas primeiras descobertas em diversos sentidos.

Ao mesmo tempo, entre os dramas amorosos das primeiras paixões da Carrie, Samantha passa por um rompimento e Miranda vai passar pelas próprias questões de algumas vezes contradizer o que ela acredita. E nossa Carrie começa a passar pelos seus primeiros brechós e primeiras descobertas de estilo. É nesse panorama que elas se tornam as amigas inseparáveis que estamos tão acostumados a ver.

Achei a história um pouco parada, talvez fosse gostar mais se fosse um pouco mais nova, me pareceu bem especifica ao público que teria a média de idade da Carrie no livro, sabe como?!. Mas, ainda assim eu amei o final, ele dá um link perfeito que nos leva ao que estamos acostumados a ver na série e isso nos conecta exatamente a Carrie e as meninas de “hoje”. Dá aquela sensação de, “sério que foi assim, que demais!”

Recomendo a leitura, mas não algo que vá te prender muito. É uma leitura mais leve e despretensiosa, mas, é bem divertida e o final vale super a pena. Dá vontade de correr para TV e assistir mais uma vez a série! Afinal, quem não ama nossa Carrie Bradshaw não é mesmo?!

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Viagens

#Diariodeviagem – Catedral metropolitana e MALBA.

#conexãodiário – hard rock café

Hoje é dia de #diariodeviagem?! O mais legal de escrever tim tim por tim tim sobre nosso dia, é que além de sugerir um roteiro para vocês, em cada linha que eu vou escrevendo, eu vou revivendo tudo, sabe como?! Viajar para mim, é cura para alma, é essencial, e não abro mão por na-da! É como eu sempre falo, vá aberto, pra tudo, garanto que você vai se surpreender com o que vai encontrar pelo caminho! Borá colocar mais um roteiro na listinha?!

Segunda era feriado nacional na cidade, dia da Independência Argentina, então saímos sem grande expectativa, até porque não sabíamos o que iria funcionar ou não, e o dia era o mais cinza possível. Mas como ficar no hotel nunca é uma opção, e Buenos sempre tem mil coisas rolando, saímos para fazer o roteiro na hora, sem programar nada antes.

Catedral Metropolitana.

Nós ficamos no 562Nogaro, que é do ladinho da Plaza de Mayo. Ou seja todos os dias de manhã a gente já via a Casa Rosada, a Catedral, e todos os arredores. É um lugar muito delicia de ficar, mesmo! A única coisa que a gente tinha programado para esse dia era uma visita guiada na Casa Rosada a 1 da tarde (funciona apenas nos finais de semana e feriados). Até então, o dia tava meio livre e sem muita pretensão até descobrirmos o que tava funcionando na cidade ou não. Assim que saímos do hotel fomos para a Plaza de Mayo para vermos o que iriamos fazer. Vimos a Catedral e resolvemos entrar só para dar uma conhecida, até porque eu queria muito ver San Martin, aquela coisa rápida, assim, que durou muito tempo, hahaha. Já tem um post contando tim-tim por tim-tim dela aqui. Só digo para vocês que vale a pena, vale muito a pena!

Museo de Casa Rosada.

A gente saiu da Catedral, e foi feliz para frente da Casa Rosada. Tava rolando uns desfiles e algumas comemorações cívicas pela Independência, e foi muito legal. É muito bom poder conhecer um pouco mais do lugar que você está, e para que melhor que justamente o dia da independência né?! Quando a gente fez o tour papal ganhamos uma escarapela (uma espécie de broche feito com fitas), com as cores da Argentina, e foi tão automático que quando a gente saiu do hotel estávamos as duas usando. Bem patriotas porteñas, hehe. Depois de todo nosso momento civico e de nossas mil fotos na frente da Casa Rosada, resolvemos dar uma passadinha no Museo de Casa Rosada. Eu já tinha lido bastante a respeito dele, mas não sabia que era tão legal. Tanto que ganhou post próprio aqui. É 0800, e em uma horinha você vê tudo, e ainda sai de lá entendendo um pouco mais sobre a história do país e suas diversas fases.

Quando a gente saiu do museu, faltava ainda meia hora para nossa visita a Casa Rosada, então saímos em busca de um restaurante aberto para almoçar antes do tour. O problema é que, feriado, em pleno centro, tava tudo fechado, TU-DO! Fomos encontrar lugares abertos só em Retiro. Mas como faltava pouco tempo paramos em uma Havanna mesmo, para um lanche rápido, but, ainda assim acabamos perdendo o horário do tour. Resumo, fomos pro hotel, trocar de roupa e verificar o que tava aberto para não perdermos a viagem, já que ficar no hotel não era uma opção para o resto daquele dia todo.

Avenida de Mayo

No hotel descobrimos que o Malba estava aberto, e resolvemos ir para lá. Ele estava na nossa programação de quarta, mas gosto quando as coisas saem do programado, deixa a viagem sempre melhor! Descemos para pegar um taxi, e quando vimos a Avenida de Mayo, fechada e totalmente vazia, e todinha para gente acabamos ficando mais de uma hora por ali.

Pensem em ter a Quinta Avenida vazia para vocês, relativamente é assim a Avenida de Mayo para Buenos Aires. Me senti Audrey gravando Bonequinha de Luxo naquele dia, digamos que faltaram poucas coisas para isso, hahaha #bemlouca. O que a gente tirou de foto, e se divertiu no meio daquela avenida, com certeza não ta nem em livro, sério! E sabe o mais incrível de tudo?! Sem querer querendo acabamos no meio de um set de filmagens.

Nunca tinha visto um Set de filmagens, sempre via em Friends, que eles muitas vezes cruzavam com alguns pelas ruas de New York, mas achei que isso só acontecia por lá.. Tiramos umas fotos, fizemos uns videos do que estava sendo rodado e ainda fotografamos com uns carros antigos que iam ser usados em cena. To tentando descobrir o que estavam rodando ali, quero muito poder ver isso na telinha, deve ser muito legal né?! Peeensa

Congresso.

Do Set – acho essa palavra maravilhosa! Seguimos até o Congresso, para mim um dos prédios mais lindos o governo, amo a Casa Rosada, mas acho lindo cada nuance que o Congresso tem, sabe como?! Sabe quando o dia tá cinza, mas tá bonito?! Eu não sei vocês, mas eu amo dias assim, aquela carinha de aconchego, de café quentinho, de livros, de museu.. Foi o que fizemos pegamos um taxi no Congresso e seguimos pro Malba.

Malba.

Fomos pro Malba, para ver o Acervo deles, não era nenhuma exposição em especial. Acho que todo brasileiro que pisa por lá tem vontade de ver o Abaporu, porque apesar de ele não estar em terras tupiniquins da aquela sensação de orgulho né?! É tão bom ver um pedacinho nosso (sim, não pintei, mas me apropriei, e é nosso!) por ai né?! Tem um post completinho sobre o Malba aqui, ele foi escrito em 2016, mas reeditei ele todo assim que cheguei da viagem agora, ou seja, duas experiências em um post só, vale a pena!

Hard Rock Café

De lá seguimos para o Hard Rock Café, fomos caminhando mesmo. Ali é tudo pertinho, e vale a caminhada, a cidade é segura e é uma área cheia de parques. Eu sempre prefiro caminhar, precisa ser muito longe para eu recorrer a um taxi, sempre é melhor ver a cidade em uma ritmo devagar, sentindo e vendo a cada esquina. Afinal a gente nunca sabe as boas surpresas que pode encontrar pelo caminho.

Hard Rock Café ta sempre na lista, independente do lugar do mundo! Eu sou do Rock né gente, então ver a coleção deles espalhada por ai, para mim é sensacional. Deve vez vi a bota do Michael Jackson, quase morri do coração! Trouxe em zoom na foto porque quero reproduzir para mim! Ficou do mesmo jeitinho do Malba, o post é de 2016, mas foi todinho reeditado com a versão 2018, e já aqui prontinho para ser lido e para vocês conhecerem tim-tim po tim-tim dele aqui.

Depois de lá seguimos direto pro hotel, acabamos chegando cedinho, mas estávamos bem cansadas, acreditem ou não museus também cansam gente, haha. Mas foi um dia bom e tranquilo, bem com aquele jeitinho aconchegante que só dias cinzas tem, sabe como?! Já to sentindo falta do Hard Rock, muita, haha! Coloquem na listinha de vocês quando forem para lá, cada cantinho desse roteiro, que vale super a pena! Beijos grandes!

 

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