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Birdman.

Birdman

Ontem, com algum tempo de atraso, resolvi assistir Birdman. O filme tinha minha curiosidade por todas as criticas positivas que recebeu e também por todos os prêmios que conquistou no Oscar, incluindo melhor filme e melhor diretor de 2014. Mas como falei no inicio estou atrasado para escrever sobre o filme, então resolvi focar no personagem principal e sobre o que consegui entender sobre ele.

Birdman

O filme nos conta a historia de Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que há muito tempo não tem um papel de destaque no cinema. Onde seu ultimo trabalho bem sucedido foi interpretar o super-herói que da nome ao filme. E para recuperar seu prestigio ele resolve dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway.

Ai entramos no filme. Com uma jogada de câmera muito bem feita e muito interessante somos levados aos bastidores do teatro, enquanto a câmera persegue, literalmente, os personagens. O que é um grande trunfo do filme, outra coisa que chama bastante a atenção é que os personagens secundários são fundamentais no filme e muito bem interpretados.

E temos Riggan, que além de ter que lidar com toda a equipe da sua peça, tem que lidar com ele mesmo. O ator é frequentemente “visitado” pelo fantasma do seu antigo personagem: Birdman. Este que passa o filme culpando Riggan pelos seus fracassos e exigindo que ele volte a usar sua fantasia para voltar a ter prestigio de verdade. Esse fantasma derivado do subconsciente do ator cria ilusões muito reais tentando provar para Riggan que no fundo ele é super-herói de verdade e não um mero ator de teatro.

Além de seu antigo personagem, Riggan enfrenta a desconfiança da critica e a egocentricidade de atores mais novos e no auge da carreira como Mike Shiner (Edward Norton), que ele chama para peça com o intuito agradar o publico. Mas com base no seu próprio ego, ele resolve levar a peça adiante e num ultimo ato de desespero ele arranca aplausos de toda a plateia e a aclamação e admiração da critica.

O filme faz uma analogia (critica?) aos filmes de super-herói que hoje são supremacia no cinema. Isso fica bem claro em uma cena que uma repórter entrevistara Robert Downey Jr. sobre o sucesso do Homem de Ferro e os Vingadores. Outra analogia, essa sem querer ou não, é o fato de que o ultimo grande papel de Michael Keaton, antes de Birdman, foi interpretando o Batman vários anos atrás.

Aliás, quantos atores já “desapareceram” depois de prestigiados papeis?

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Quando um filme é um capitulo.

os vingadores

No post de hoje abordaremos um dos temas que mais vem fazendo sucesso nos cinemas nos últimos anos: os filmes de heróis e seu universo compartilhado. E por ter elevado este conceito a níveis elevados de qualidade vamos usar como exemplo os Vingadores.

Quando alguns contratos milionários chegaram ao fim e a Marvel recuperou os direitos de imagem de muitos de seus personagens, alguém decidiu que era uma boa ideia botar os Heróis Mais Poderosos da Terra nas telonas. E Bingo!!! Funcionou. A formula do sucesso? Saber quando e como juntar todos em uma superprodução.

A Marvel Studios levou quatro longos anos (para os fãs) para chegar ao seu ápice com os Vingadores. Mas desde o lançamento de Homem de Ferro o terreno vinha sendo trabalhado para algo grandioso e ambicioso.

marvel

E é com o próprio Homem de Ferro que a Marvel faz algo que passaria a ser marca registrada nos seus filmes: as cenas pós-credito. E é com esses pequenos monólogos que se passam após o final no filme, que a historia de um personagem se liga com outro personagem. Seja pra apresentar novos filmes ou interligar novos vilões com heróis já conhecidos.

Ou seja, ao final de cada filme lançado já se podia ter uma ideia do que iria acontecer no futuro do Universo Cinematográfico Marvel. O que deixava os fãs e admiradores aguardando pacientemente (ou não) o lançamento do próximo capitulo deste universo.

Talvez o grande trunfo da Marvel Studios foi saber como encaixar um filme com outro, e saber como uma historia altera todo o curso do que acontece com os outro personagens. Na minha percepção, um filme com o selo da Marvel Studios é apenas um capitulo dentro de uma historia muito maior. E quando você começa a ver os filmes desta maneira eles realmente se tornam mais complexos, mas, ao mesmo tempo, ficam mais apreciáveis.

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MARVELFLIX!!!

marvelflix

marvelflix

Quando a Marvel anunciou o lançamento de suas series em parceria com a netflix confesso que fiquei entusiasmado, já que, quem puxaria a fila seria o Demolidor. E além dele teríamos Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro contando suas historias. E ainda pra melhorar depois de todos devidamente apresentados, seguindo o exemplo dos Vingadores, todos eles se encontrariam na serie dos Defensores.

Anúncios feitos, atores e diretores escolhidos, trailers lançados e expectativas a mil. Assim foi com a primeira temporada de Demolidor, que como prometido foi o primeiro a dar as caras (por ser o mais famoso dos quatro títulos, eu acredito). Em seguida tivemos o lançamento de Jessica Jones. Que não deixou por menos e se apresentou muito bem em sua estreia na frente das câmeras. Depois da historia de Jones, Matt Murdok voltou com a segunda temporada de Demolidor. Conseguindo, em minha opinião, ser ainda melhor que a primeira.

o demolidor

A primeira temporada de Demolidor não fugiu do roteiro. E como na grande maioria dos filmes e (agora) series baseadas em quadrinhos, foi nos apresentada a historia de como Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado e deficiente visual, acaba se tornando um justiceiro em Hell’s Kitchen. Lutando contra todo mal possível, tendo que combater, inclusive, um de seus maiores antagonistas, o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio). Um dos pontos fortes da serie é exatamente conseguir mostrar como ele amadurece como herói, e como a historia acompanha ele. E cada ação que o Demônio de Hell’s Kitchen faz a noite, pode acabar numa reação inesperada durante o dia. Trazendo muitas consequências para o escritório de advocacia Nelson & Murdock, que é praticamente a vida de Matt. Outro fato que me chamou bastante a atenção foi que os atores estão realmente comprometidos com seus papeis, isso passa muita segurança pra que esta assistindo. A parte ruim? São apenas 13 episódios por temporada.

jéssica jones

Alguns meses depois Jessica Jones (Krysten Ritter) é lançada na grade da Netflix. Fugindo um pouco dos roteiros citado acima, não temos exatamente uma historia sobre a origem dos poderes dela. Acredito que esse é um mistério que será explorado nas próximas temporadas, ou até nas series paralelas. Mas sim, somos apresentados a partes de sua infância e seu passado através de flashbacks para entendemos a historia. Em Jessica Jones somos apresentados a um dos melhores vilões das series de super-herói, Kilgrave (David Tennant), que foi baseado no Homem-Purpura dos quadrinhos. Com um poder incrível e um sarcasmo que faz a gente esquecer que ele é vilão, ele mereceu um lugar na estante dos “meus malvados favoritos.” A e depois de escuta-lo você nunca mais vai falar “Jessica” como antes.

Eis que somos presenteados com a segunda temporada de Demolidor. Vem com a mesma qualidade da primeira, mas, ela consegue ser ainda melhor. O fato de Matt Murdock estar se ocupando muito a noite, adiciona muito a serie, já que fica cada vez mais difícil esconder durante o dia que esta acontecendo algo. E se já não fosse o bastante ter que enfrentar vilões de peso remanescentes da primeira temporada, o herói ainda tem que lidar com novos personagens com temperamentos difíceis e imprevisíveis.

Cada serie claro, tem a sua particularidade, mas, as duas tem a marca registrada da Marvel: o universo compartilhado. Já na temporada de estreia de Jessica Jones, além de varias referencias ao Demolidor, temos Luke Cage (Mike Colter) sendo um dos personagens principais logo de cara. Dando-nos um gostinho de como será o casal nesse universo. E na segunda temporada de Demolidor já podemos presenciar referencias sobre Jones. E eis que surge o grande trunfo dessa temporada, O Justiceiro (Jon Bernthal). E com uma interpretação digna e cenas épicas (e com aclamação do publico) a Netflix anunciou a serie solo de Frank Castle. E não menos importante, a serie ainda nos brinda com Elektra (Élodie Yung), que acrescenta muito na historia.

E como toda boa serie de heróis não podia faltar ação. E nenhuma das duas decepcionou nesse quesito. Acho que pelo fato do Demolidor não possuir super poderes, as cenas são mais elaboras, focando nas artes márcias, e toda a acrobacia do herói. Já em Jessica Jones existe toda uma preocupação em explorar os poderes dos heróis da serie.

Dica e opinião: terceiro episodio da segunda temporada de Demolidor, cana da escada. Sem duvidas uma das melhores cenas de luta que eu já vi.

Para o fim de setembro esta marcada a estreis de Luke Cage, agora, contando sua historia. Talvez Jessica Jones apareça por lá. Com certeza choverão referencias. Acredito que haverá muitas cenas de ação de qualidade. Quero acompanhar o crescimento desse universo Marvel nas telinhas. Mas o que realmente quero da serie Luke Cage é saber se finalmente teremos o Punho de Ferro (Finn Jones) dando as caras por ai.

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ROCK’ N’ ROLL, BABY!!!

no thumb

Hey, ho, let’s go! E com essa frase icônica do rock mundial convido vocês a apreciarem uma playlist com muito headbangers e ótimos reefs de guitarra.

E pra começar, claro, a musica citada acima. Com composições simples e repetitivas e um som rápido e direto, os Ramones surgiram para o mundo como os pioneiros do punk rock na América.

Na vertente do indie rock, The Strokes não fica por baixo e em Reptilia somos presenteados com um ótimo reef que ficou marcado.

Elevando um pouco o barulho e pesando o som, temos Dio. Com seu vocal incomparável e shows com cenários grandes e magníficos a banda tem espaço carimbado nos grandes do heavy metal.

Seguindo a lista temos o Talking Heads, com Psycho Killer e seu refrão inesquecível. “Fa, fa, fa, fa, fa, fa, fa, fa, fa, far better…”

Curiosidade: A primeira grande apresentação da banda ocorreu quando fizeram a abertura do show dos Ramones.

Ainda sobre refrãos marcantes, temos a banda Kiss que dispensa qualquer apresentação. E dentre tantas musicas famosas e apresentações épicas, escolhemos a que, talvez, mais marcou a banda em sua historia.

E na mesma linha da extravagancia, ou até mesmo acima dessa linha, vem a banda Twisted Sister, com sua maquiagens pesadas e suas roupas coloridas. Marca registrada da banda.

E pra fechar a playlist, Spin Doctors. Que sempre serão lembrados pelo sucesso Two Princess. Então pra quem não conhece vamos deixar aqui outro sucesso da banda que, como Two Princess segue a vertente de um rock mais limpo.

Pra colocar no carro, aumentar o volume e sair cantando alto!

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